“Quando você pode suportar o teu próprio silêncio, você está livre.”
Mooji
“Quando você pode suportar o teu próprio silêncio, você está livre.”
Mooji
Em 2011 fui selecionada para integrar a oitava edição do Peace Revolution – programa de meditação para jovens líderes desenvolvido pela Damakaya Foundation. Após um retiro com os monges tailandeses e integrantes de diversas partes do mundo, minha vida começou a tomar um rumo bem diferente do que eu previa.
Passei a guiar meditações informais para amigos e o grupo cresceu tomando uma dimensão grandiosa. Apaixonada pela beleza desses encontros, me percebi imersa no estudo da consciência.
O caminho foi sendo traçado a cada passo, e assim fui despertando para teorias e práticas do budismo, zen, tantra, yoga, shamanismo. Descobri que existe sagrado no feminino e no masculino de cada ser, busquei mestres da medicina tradicional popular, comecei a conhecer a sabedoria e força das plantas do quintal. A iniciação no reike e na leitura energética foram importantes portais de amadurecimento. Deparei-me com minhas sombras, recorri ao Pathwork. Finalmente, encontrei a visão não dual do advaita-vedanta, para qual devoto meu coração.
Hoje, dedico-me totalmente à prática, investigação e propagação de experiências meditativas e integrativas. Mas esta é apenas uma forma de apresentar partes importantes dessa caminhada. Se quiser saber mais sobre mim, clique aqui.
Parece que toda vez que a vida me apresenta a solidão algo importante está por vir. O pré-natal das minhas mudanças é sempre uma percepção solitária. É verdade, demorei pra entender que a distância entre estar bem sozinha e me sentir solitária é apenas a expectativa de que alguma outra pessoa resolva um vazio que …
Na minha experiência, o medo surge da incompreensão da natureza dos desejos. Nasce quando internamente separamos as possibilidades da vida: se tal coisa acontecer de tal jeito é bom, o resto todo que não é isso, é ruim/ é difícil/ deu errado. Ele finca raízes quando passamos a prender, contrair, esperar que… e achamos que …
Uma vez que você tenha experienciado o mais elevado; quando seu coração já pôde repousar no fim dos esforços; e não é preciso tentar se tornar qualquer coisa; como é possível aceitar voltar a viver no mínimo? Vale mesmo essa luta para provar a si ou aos outros que você merece? O verdadeiro contentamento não …
Informações e agendamentos
Tamira Marinho
(31) 97519 0677
ig: @tamiramarinho
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